A casa antiga está vazia, Abandonada aos fantasmas E ratos do porão. As vozes do passado São ecos nas paredes, Indagações sem solução. Flutuam poeiras do tempo, Ao sopro da brisa fria Que ingressa pelas frestas. Uma ilusão sorridente, Promessa tentadora Chama um novo habitante. Se insinua, se oferece. Seu nome é Vida!
Autor: Antonio Carlos Rocha
11:10 - 30/07/2006
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